A mensagem apresenta a experiência de Ezequiel ao receber a ordem de Deus para colocar-se de pé e ouvir Sua voz. Mesmo distante de sua terra e atravessando grandes provações, o profeta foi alcançado por uma palavra viva e poderosa. O ensino destaca que o homem precisa reconhecer seus limites, tomar uma posição diante do Senhor e depender do Espírito Santo para permanecer de pé e cumprir a obra para a qual foi escolhido.
A mensagem teve como fundamento a experiência vivida pelo profeta Ezequiel, registrada no segundo capítulo de seu livro. Naquele momento, Deus dirigiu-se ao profeta com uma ordem direta e, ao mesmo tempo, cheia de poder:
“Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo. Então entrou em mim o Espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé; e ouvi o que me falava.”
Referência: Ezequiel 2:1-2
Essa palavra foi apresentada como viva e verdadeira. Ela é viva porque seu Autor está vivo. Deus não é uma lembrança distante, nem Sua Palavra é apenas um registro de acontecimentos antigos. O Senhor permanece vivo, presente e falando com o homem.
A Palavra também é verdadeira porque Jesus é a verdade e é a própria Palavra. Portanto, quando Deus fala, Sua voz possui autoridade, poder e capacidade para transformar a vida daquele que a recebe.
Assim como o Senhor falou com Ezequiel, Ele continua tendo uma palavra para cada pessoa. Essa palavra não é dirigida apenas aos outros, mas alcança individualmente cada coração. Deus fala com o homem porque o escolheu para a realização de uma obra.
Essa obra começa primeiramente no interior da própria pessoa. Antes de a Palavra alcançar outros, ela precisa operar naquele que a ouve. Deus trabalha na vida do homem, corrige seus caminhos, fortalece sua fé e estabelece nele aquilo que depois poderá ser transmitido a outras pessoas.
Ezequiel recebeu a Palavra em um momento de grande dificuldade
Quando Ezequiel recebeu essa orientação do Senhor, ele atravessava um dos momentos mais difíceis de sua vida. O profeta estava distante de sua terra e certamente enfrentava grandes provações.
Ele havia sido preparado com o propósito de servir como sacerdote de Deus. Contudo, naquele momento, sua realidade parecia muito diferente daquilo para o qual havia sido formado. Ele estava fora de sua terra, cercado por dificuldades e vivendo uma situação que poderia produzir desânimo e incerteza.
Foi justamente nesse cenário que a Palavra de Deus chegou até ele. Não foi uma palavra fraca ou vazia, mas uma palavra de poder. Era a Palavra capaz de alcançar Ezequiel em sua necessidade e restaurar sua condição.
A mesma Palavra continua tendo poder para consertar a vida do homem. Deus conhece as dificuldades, as limitações e as circunstâncias enfrentadas por cada pessoa. Quando Sua Palavra chega, ela possui o mesmo propósito com que foi enviada à vida de Ezequiel: levantar, orientar e colocar o homem na posição correta diante do Senhor.
“Põe-te em pé”
A primeira ordem dirigida a Ezequiel foi:
“Põe-te em pé.”
Referência: Ezequiel 2:1
Essa expressão fala da condição que o homem precisa compreender e desejar. Colocar-se de pé representa tomar uma posição diante de Deus. É deixar a passividade, reconhecer a voz do Senhor e desejar permanecer em Sua presença.
Quando Deus ordenou que Ezequiel se colocasse de pé, também estava mostrando a relação entre o Criador e Sua criação. O homem é criação de Deus e, por isso, depende inteiramente Dele.
Ao chamar Ezequiel de “filho do homem”, o Senhor estava destacando os limites da natureza humana. Ezequiel era um homem escolhido e chamado por Deus, mas continuava sendo humano, limitado e dependente da graça e do poder do Senhor.
O homem precisa reconhecer que não consegue permanecer de pé apenas por sua própria capacidade. Ele necessita de Deus para continuar firme. Suas forças naturais são insuficientes diante das lutas, das provações e da responsabilidade de cumprir a obra do Senhor.
“E falarei contigo”
Depois de ordenar que Ezequiel se colocasse de pé, Deus acrescentou:
“E falarei contigo.”
Referência: Ezequiel 2:1
A ordem e a promessa estavam ligadas. Ezequiel precisava tomar uma posição porque Deus desejava falar com ele. O Senhor estava preparando o profeta para ouvir Sua voz e receber aquilo que seria necessário para o cumprimento de sua missão.
Essa mesma Palavra continua alcançando o homem. Deus diz: “Põe-te em pé”, isto é, toma uma posição, define-te e dispõe o coração para ouvir.
O Senhor deseja falar, mas o homem precisa desejar escutar. Quando há disposição para ouvir, a Palavra encontra lugar no coração. Deus fala pessoalmente e comunica aquilo que é necessário para a vida e para a caminhada de cada servo.
O Espírito colocou Ezequiel de pé
Ezequiel recebeu a ordem para levantar-se, mas o próprio texto mostra que ele não fez isso apenas por sua força. Enquanto Deus falava, o Espírito entrou nele e o colocou de pé:
“Então entrou em mim o Espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé; e ouvi o que me falava.”
Referência: Ezequiel 2:2
Esse é um ponto essencial da mensagem. Deus ordenou que Ezequiel se colocasse de pé, mas também concedeu o poder necessário para que ele obedecesse. O Espírito agiu no profeta, levantou-o e deu-lhe condições de ouvir a voz do Senhor.
O homem reconhece que precisa tomar uma posição, mas é o Espírito de Deus quem o fortalece e o sustenta. É o Espírito quem o tira da condição de abatimento, o coloca de pé e o prepara para ouvir aquilo que Deus deseja falar.
A ação do Espírito não ficou limitada ao tempo de Ezequiel. O mesmo Espírito continua agindo, levantando e sustentando aqueles que recebem a Palavra do Senhor. Ele opera no coração, concede força e estabelece o servo na posição necessária para ouvir e obedecer.
A mensagem, portanto, apresenta um chamado pessoal: tomar uma posição diante de Deus, reconhecer os próprios limites e depender do Espírito para permanecer de pé.
Deus continua falando. Sua Palavra permanece viva, verdadeira e poderosa. Ela alcança o homem em seus momentos mais difíceis, trabalha primeiro em sua própria vida e depois o prepara para levar essa mesma Palavra a outras pessoas.
Põe-te em pé, e Deus falará contigo
A mensagem teve como texto central o início do segundo capítulo do livro de Ezequiel. Esse momento marca o começo do chamado profético de um homem que estava vivendo entre os cativos, longe de sua terra e cercado por um povo que enfrentava uma situação extremamente difícil.
Texto bíblico central:
“E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo. Então entrou em mim o Espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé; e ouvi o que me falava.”
Referência: Ezequiel 2:1-2
A ordem dada pelo Senhor foi clara: “Põe-te em pé, e falarei contigo.” O texto não apresenta apenas uma mudança de postura física. Ele revela um chamado para uma nova condição espiritual. Ezequiel precisava ser levantado, preparado e colocado na posição correta para ouvir aquilo que Deus desejava comunicar.
O mais importante é que Ezequiel não conseguiu fazer isso apenas com sua própria força. O próprio texto afirma que o Espírito entrou nele e o colocou em pé. Somente depois dessa ação do Espírito é que Ezequiel pôde ouvir claramente o que Deus lhe falava.
O chamado profético de Ezequiel durante o exílio
Ezequiel vivia durante o exílio na Babilônia. Ele estava entre pessoas que haviam sido retiradas de sua pátria e levadas para uma terra estranha. Era um povo sofrido, abatido e sem esperança. Além das dificuldades externas, aquele povo também possuía um coração endurecido e resistente à palavra de Deus.
Foi nesse cenário de dor, escravidão, afastamento e rebeldia que o Senhor levantou Ezequiel. Sua missão seria anunciar a palavra de Deus, levando uma mensagem que continha advertência, juízo, esperança, alegria e possibilidade de vida.
Ezequiel deveria falar com coragem e ousadia, independentemente da reação das pessoas. Ele não poderia condicionar sua obediência à aceitação do povo. Quer ouvissem, quer não ouvissem, ele deveria cumprir aquilo para o qual havia sido chamado.
A missão de anunciar a todos:
“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura.”
Referência: Marcos 16:15
A mensagem aplicou esse princípio diretamente à missão da Igreja. O evangelho não deve ser anunciado apenas às pessoas de uma determinada denominação, nem somente àquelas que já se declaram crentes. A missão é levar a palavra a toda criatura.
A Igreja deve anunciar, quer as pessoas aceitem, quer rejeitem; quer demonstrem interesse, quer permaneçam endurecidas. A responsabilidade da Igreja é obedecer ao chamado e transmitir aquilo que recebeu do Senhor.
A fragilidade do filho do homem
Ao chamar Ezequiel de “filho do homem”, Deus mostrava a condição humana do profeta. Ezequiel era um homem, sujeito às limitações, fraquezas, tristezas e fragilidades comuns a todos os seres humanos.
Foi destacado que essa expressão aparece repetidamente no livro de Ezequiel. Em muitas ocasiões, Deus se dirige ao profeta chamando-o de filho do homem. Era como se o Senhor lhe dissesse:
“Você é humano. Você é limitado. Você possui fraquezas. Entretanto, coloque-se em pé, porque Eu falarei com você e o Meu Espírito o capacitará.”
A expressão alcança todas as pessoas. O filho do homem é aquele que reconhece que não consegue sustentar a própria vida espiritual por suas forças. É alguém que pode cair diante de uma visão, de uma notícia, de uma perda, de uma decepção ou de uma grande adversidade.
Contudo, a fragilidade humana não impede a operação de Deus. O Senhor conhece a estrutura do homem, sabe que ele é fraco e, ainda assim, deseja falar com ele, levantá-lo e usá-lo.
A criação humana precisa do Espírito para permanecer de pé
A mensagem recordou que toda a criação material foi formada para um tempo finito. O corpo humano pertence a essa criação limitada. Por si só, o homem não consegue alcançar a condição espiritual necessária para cumprir o propósito de Deus.
Na criação, Deus formou o homem do pó da terra. A estrutura humana foi formada, mas recebeu vida quando Deus soprou nela o fôlego de vida.
A formação do homem:
“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.”
Referência: Gênesis 2:7
Essa ligação foi utilizada para explicar que a estrutura humana só consegue permanecer verdadeiramente de pé quando recebe a ação do Espírito. Assim como o homem formado do pó necessitou do sopro de Deus para ter vida, a pessoa abatida, angustiada e enfraquecida precisa da operação do Espírito Santo para ser fortalecida.
O homem natural possui limitações. Pode tentar se levantar, reagir e prosseguir, mas a capacidade espiritual para ouvir Deus, anunciar sua palavra e permanecer firme vem do Espírito Santo.
Foi enfatizado que é o Espírito Santo quem põe o homem de pé. Ele fortalece a estrutura enfraquecida, gera o poder da palavra no coração e capacita a pessoa para anunciar aquilo que Deus está realizando.
A alegria produzida pelo Espírito
A palavra também foi direcionada àqueles que estavam pedindo oração porque haviam perdido a alegria. Foi ensinado que aquilo que Ezequiel recebeu não foi apenas força para executar uma missão, mas também a alegria proveniente do Espírito.
A palavra de Deus estava sendo anunciada para trazer a alegria do Espírito, fortalecer o abatido e sustentar aquele que já não encontrava forças para continuar.
Havia pessoas vivendo momentos de tristeza, angústia e adversidade, sem conseguir enxergar uma saída. A experiência de Ezequiel mostrava que Deus poderia encontrar alguém exatamente nessa condição e iniciar uma nova etapa de sua vida.
A alegria não dependia da mudança imediata do cenário exterior. Ezequiel continuava no exílio, entre os cativos e cercado de grandes dificuldades. Entretanto, o Espírito de Deus entrou nele, levantou-o e deu-lhe condições de cumprir uma missão.
Um sacerdote impedido de exercer o sacerdócio no templo
Foi explicado que Ezequiel havia sido preparado para ser sacerdote. Ele pertencia à tribo de Levi e, aproximadamente aos vinte e cinco anos, havia sido levado para o exílio. Aos trinta anos, deveria assumir seu serviço sacerdotal no templo.
Entretanto, quando chegou o momento em que normalmente começaria seu ministério sacerdotal, Ezequiel estava longe do templo, distante de sua terra e vivendo como cativo em uma região estrangeira.
Humanamente, tudo parecia ter saído do curso esperado. Ele havia sido preparado para ministrar no templo, mas não estava no templo. Tinha uma formação sacerdotal, mas encontrava-se impedido de realizar aquilo para o qual imaginava ter sido preparado.
Foi justamente naquele lugar distante que o Senhor o levantou. Deus mostrou que o propósito divino não estava limitado ao lugar físico, ao templo ou às circunstâncias que Ezequiel havia imaginado.
A palavra que chegou ao profeta poderia ser entendida da seguinte maneira:
“Seu momento chegou. Você estava vivendo nos seus limites, cercado de angústias e aflições. Porém, a partir de agora, o Espírito falará por meio de você.”
Ezequiel não exerceria exatamente o ministério da maneira como havia pensado. O Senhor lhe daria uma missão profética no próprio lugar do exílio. Ele seria a voz de Deus para um povo abatido, rebelde e afastado.
Uma ordem que exige posicionamento
A expressão “põe-te em pé” apresenta uma ordem e revela um posicionamento. Deus desejava que Ezequiel estivesse pronto para ouvi-lo e preparado para se tornar seu porta-voz.
O Senhor não estava apenas convidando o profeta a se levantar. Ele estava chamando Ezequiel para assumir uma posição diante da missão que receberia.
Deus desejava falar com ele. Também desejava que, depois de ouvir, Ezequiel transmitisse a palavra ao povo. Por isso, o profeta deveria estar em uma condição de prontidão, atenção e obediência.
Foi ensinado que os servos de Deus são chamados para serem porta-vozes e embaixadores de um Reino eterno. Para isso, precisam estar espiritualmente posicionados.
A Igreja também está em terra estranha
A situação de Ezequiel foi comparada à posição da Igreja no mundo. O livro apresenta o profeta no meio dos cativos, distante de sua pátria. Da mesma forma, a Igreja está neste mundo, mas sua verdadeira morada não pertence a este sistema.
O Reino de Cristo não pertence a este mundo:
“O meu Reino não é deste mundo.”
Referência: João 18:36
A Igreja também se encontra, espiritualmente, em terra estranha. Ela almeja sua pátria e sabe que sua morada definitiva não está aqui. Contudo, enquanto permanece neste mundo, deve estar em condições de transmitir a mensagem que recebeu do Senhor.
Assim como Ezequiel, a Igreja está cercada por pessoas cativas. Foi mencionado que muitos se encontram debaixo de um domínio espiritual que não vem de Deus. Vivem sem direção, esperança ou verdadeira liberdade.
Nesse ambiente, a Igreja possui uma mensagem de salvação, alegria, consolo e esperança. Porém, para anunciá-la, precisa estar na posição determinada pelo Senhor.
A Igreja não pode permanecer espiritualmente prostrada, desanimada ou acomodada. Precisa ser levantada e habilitada pelo Espírito Santo.
Foi o Espírito Santo quem habilitou Ezequiel
O texto mostra claramente que Ezequiel não se colocou de pé sozinho. Até mesmo a capacidade para obedecer à ordem do Senhor foi produzida pela ação do Espírito Santo.
A ação do Espírito:
“Então entrou em mim o Espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé.”
Referência: Ezequiel 2:2
Deus encontrou em Ezequiel um coração desejoso e disposto. O profeta poderia reconhecer sua incapacidade e pedir ajuda ao Senhor. Diante dessa disposição, o Espírito Santo o habilitou.
Somente depois de ser colocado em pé pelo Espírito, Ezequiel declarou que ouviu o que Deus lhe falava. A sequência do texto é importante:
- Deus chamou Ezequiel de filho do homem.
- O Senhor ordenou que ele se colocasse em pé.
- O Espírito entrou nele.
- O Espírito o colocou em pé.
- Ezequiel ouviu a voz de Deus.
Essa ordem revela que a capacidade para ouvir e cumprir a vontade de Deus não nasce da força humana. O Espírito coloca o homem na condição necessária para compreender a palavra e executar a missão.
Permanecer em pé
Também foi mencionada uma tradução que apresenta a ideia de “põe-te e permanece em pé”. Essa expressão acrescenta o sentido de continuidade.
Não basta experimentar um momento de fortalecimento e depois voltar à antiga condição. A Igreja precisa permanecer na posição em que o Espírito Santo a colocou.
Esse permanecer é indispensável para que ela continue sendo portadora da palavra do Senhor. A mensagem de Ezequiel envolveria juízo e esperança: juízo para um povo rebelde e esperança para aqueles que dessem ouvidos.
O chamado para ouvir o Espírito:
“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”
Referência: Apocalipse 2:7
A esperança estava disponível para quem ouvisse. A operação do Senhor continuava sendo a mesma: o Espírito Santo coloca o homem de pé para que ele ouça e transmita a palavra de Deus.
Existe certeza de que Deus falará
A declaração do Senhor não apresenta dúvida: “Falarei contigo.” Deus não disse que talvez falasse, nem condicionou sua palavra ao acaso. Existe uma certeza: o Deus vivo deseja falar.
A responsabilidade do homem é estar pronto, desejoso e espiritualmente posicionado para ouvir sua voz. A mesma palavra que ordena que ele se levante também garante que Deus falará com ele.
O Espírito Santo realiza a obra de levantar. Ao homem cabe apresentar um coração disposto, reconhecendo sua necessidade e desejando ouvir.
Deus fala com pessoas frágeis
A repetição da expressão “filho do homem” mostra a verdadeira situação humana. O homem é frágil, fraco e cheio de limitações. Mesmo assim, Deus fala com ele.
Antes de receber a ordem para se colocar em pé, Ezequiel havia contemplado uma visão tão grandiosa que caiu com o rosto em terra.
Ezequiel diante da visão da glória:
Ao contemplar a aparência da glória do Senhor, Ezequiel caiu sobre o seu rosto e ouviu a voz daquele que falava.
Referência: Ezequiel 1:28
Foi naquela condição de prostração que Deus se aproximou e lhe ordenou que se levantasse. Ezequiel precisava da ajuda do Espírito Santo para sair daquela posição.
Essa experiência foi relacionada à condição de pessoas que acordam enfrentando decepção, fragilidade, medo ou desânimo. Há momentos em que alguém reconhece:
“Senhor, preciso da ajuda do teu Espírito Santo.”
A mensagem afirmou que essa ajuda é realmente necessária. Existem situações nas quais a pessoa nem sequer sabe como orar ou expressar aquilo que está sentindo. Nesses momentos, o Espírito Santo intercede e auxilia.
A ajuda do Espírito na fraqueza:
“O Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós.”
Referência: Romanos 8:26
O mesmo Espírito que ajudou Ezequiel continua ajudando aqueles que se encontram abatidos. Ele intercede, fortalece, levanta e coloca o servo na posição necessária para ouvir Deus.
Uma mensagem para um povo difícil
Ezequiel foi chamado para levar a palavra a um povo rebelde e resistente. Deus não escondeu do profeta a dificuldade de sua missão. Ele falaria, mas muitos não desejariam ouvir.
O envio a uma casa rebelde:
O Senhor enviou Ezequiel aos filhos de Israel, descritos como uma nação rebelde, e ordenou que ele lhes transmitisse a palavra, quer ouvissem, quer deixassem de ouvir.
Referência: Ezequiel 2:3-7
Essa condição também foi aplicada ao mundo atual. Muitas pessoas estão abertas a mensagens que confirmem seus próprios desejos, mas não querem ouvir uma palavra que revele sua verdadeira condição diante de Deus.
Entretanto, Ezequiel não iria em seu próprio nome nem falaria baseado em suas próprias ideias. Deus o enviaria, colocaria de pé e falaria com ele. Sua autoridade estaria na palavra recebida do Senhor.
Da mesma maneira, a Igreja não deve anunciar uma mensagem originada nela mesma. Deus é quem chama, envia e comunica aquilo que deve ser transmitido.
O rolo que precisava ser comido
Foi lembrado que, mais adiante, Deus entregou um rolo a Ezequiel e ordenou que ele o comesse. Esse ato representava a necessidade de receber a palavra como alimento espiritual antes de anunciá-la.
A palavra recebida como alimento:
“Filho do homem, come o que achares; come este rolo, e vai, fala à casa de Israel.”
Referência: Ezequiel 3:1
Ezequiel somente poderia ser usado depois de receber e assimilar aquilo que vinha de Deus. A mensagem não seria fruto de sua opinião, experiência humana ou capacidade intelectual. Ela viria da palavra que havia sido colocada dentro dele.
O alimento espiritual recebido sustentaria o profeta durante sua missão. Deus o enviaria a um povo difícil, mas não o enviaria vazio. Primeiro, o Senhor o alimentaria; depois, ele falaria.
A mesma verdade foi aplicada àqueles que caíram diante de circunstâncias dolorosas. O mesmo Espírito Santo que esteve com Ezequiel continua agindo. Ele ajuda, levanta, alimenta com a palavra e capacita para continuar.
A declaração central permaneceu sendo repetida como uma palavra viva para todo aquele que se sente frágil:
“Põe-te em pé, e falarei contigo.”
Colocar-se em pé é assumir uma postura espiritual
A ordem dada a Ezequiel não tratava apenas de uma postura física. O Senhor desejava uma mudança de posicionamento espiritual. Colocar-se em pé significava abandonar a acomodação, estar disposto a ouvir e assumir uma atitude diante daquilo que Deus estava falando.
Deus deseja se relacionar com o homem. Entretanto, uma pessoa espiritualmente acomodada, que não busca, não ora, não se consagra e não se alimenta da palavra, encontra dificuldade para perceber a voz do Senhor.
A mensagem recordou a experiência descrita no livro de Cantares, na qual alguém procurava, durante a noite e ainda sobre a cama, aquele a quem sua alma amava, mas não o encontrou.
A busca em uma posição de acomodação:
“De noite busquei, em minha cama, aquele a quem ama a minha alma; busquei-o, e não o achei.”
Referência: Cantares 3:1
A aplicação apresentada foi que a acomodação espiritual impede o homem de avançar na busca pelo Senhor. A Igreja precisa se posicionar. Para cumprir o chamado de anunciar o evangelho, ela deve estar de pé e em ação pelo poder da palavra.
O texto de Ezequiel declara que o Espírito entrou nele enquanto Deus falava. A palavra foi ouvida, gerou fé, e o Espírito Santo realizou a obra de colocá-lo em pé.
A fé produzida pela palavra:
“A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.”
Referência: Romanos 10:17
Foi ensinado que os servos permanecem de pé porque deram ouvidos à palavra de Deus. A palavra gerou fé no coração, e o Espírito Santo tomou posse da vida daquele que se dispôs a ouvir.
O homem como templo do Espírito Santo
O desejo do Espírito Santo é habitar no homem e fazer dele seu templo. Quando a pessoa recebe a ação do Espírito e vive em comunhão com Deus, passa a perceber a voz do Senhor de maneira mais clara.
O corpo como templo:
“Não sabeis vós que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós?”
Referência: 1 Coríntios 6:19
Somente aquele que vive em uma condição espiritual consegue compreender as coisas espirituais. A mensagem ressaltou que não existe outro meio de entender as revelações do Senhor sem comunhão com o Espírito Santo.
O discernimento das coisas espirituais:
“O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus.”
Referência: 1 Coríntios 2:14
Quando não há oração, consagração, leitura da palavra e busca sincera, o coração tende à acomodação. Porém, Deus continua desejando falar e restaurar o relacionamento com o homem.
O chamado daquela manhã era para uma nova postura: levantar-se, buscar, ouvir e permitir que o Espírito Santo conduzisse a vida.
No tabernáculo, o sacerdote ministrava de pé
A preparação de Ezequiel para o sacerdócio também foi usada para reforçar a necessidade de uma postura de serviço. Dentro do tabernáculo, o sacerdote não encontrava um lugar para se acomodar e interromper sua ministração.
Não havia cadeira no tabernáculo. O serviço sacerdotal era exercido de pé. A ausência de um assento mostrava que o trabalho continuava e que o sacerdote deveria permanecer atento ao serviço que lhe havia sido confiado.
Foi lembrado ainda que as vestes sacerdotais possuíam campainhas em suas bordas. Enquanto o som era ouvido, sabia-se que o sacerdote permanecia vivo e em atividade diante do Senhor.
Essa figura foi aplicada à Igreja. Ela foi chamada e levantada para estar de pé, trabalhando e anunciando o evangelho.
O trabalho contínuo:
“Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.”
Referência: João 5:17
A Igreja não foi chamada para uma posição de inércia. Ela deve estar pronta para ouvir a instrução de Deus e trabalhar no momento profético em que está vivendo.
De pé, a Igreja olha para o alto
Foi apresentada uma aplicação segundo a qual, quando a pessoa se coloca de pé, torna-se capaz de olhar para o alto. A Igreja não deve caminhar olhando apenas para baixo, concentrada neste mundo e em suas circunstâncias.
Seu olhar precisa estar voltado para o alto, de onde vem o socorro.
O socorro que vem do Senhor:
“Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor.”
Referência: Salmo 121:1-2
O Espírito Santo está disponível para conduzir, consolar e fortalecer. Entretanto, muitas pessoas procuram auxílio em caminhos que pouco podem fazer por elas, enquanto deixam de buscar aquele que possui todo o poder.
Abandonando a postura de prostração
A expressão “põe-te em pé” foi apresentada como um chamado divino para abandonar uma postura de prostração.
Essa prostração pode se manifestar de diversas formas:
- medo diante das circunstâncias;
- acomodação espiritual;
- frustração por experiências dolorosas;
- tristeza profunda;
- angústia diante de notícias difíceis;
- sentimento de incapacidade;
- desânimo para continuar servindo ao Senhor.
Deus tinha uma missão para Ezequiel: ele seria sua voz para um povo sofrido, rebelde e afastado. O profeta não poderia permanecer prostrado, porque havia uma palavra que precisava ser anunciada.
A condição daquele povo foi relacionada à realidade do mundo atual. Muitas pessoas vivem afastadas da verdade e colocam suas prioridades em coisas que não podem produzir vida. Como consequência, enfrentam frustração, medo e falta de direção.
A Igreja, porém, não deve viver sem orientação. Ela recebe direção do alto por meio do Espírito Santo e foi colocada neste mundo para ser porta-voz da mensagem de Deus.
Permanecer de pé depende da alimentação pela palavra
O Espírito Santo coloca o homem de pé. Contudo, foi ressaltado que ele precisa permanecer nessa posição. Para continuar firme, deve se alimentar diariamente da palavra de Deus.
A palavra foi comparada ao pão vivo que sustenta o servo todos os dias. Assim como o corpo necessita de alimento, a vida espiritual necessita da palavra.
Naquela madrugada, Deus estava alimentando seu povo. A mensagem alcançava pessoas em lugares diferentes, mas todas permaneciam unidas em um só corpo.
A comunhão do corpo de Cristo não é limitada pela distância. O Senhor une seus servos e lhes oferece o mesmo alimento espiritual.
A palavra ouvida por Ezequiel continua sendo anunciada à Igreja:
“Põe-te em pé, e falarei contigo.”
Deus falaria a palavra capaz de conduzir, sustentar e alimentar o profeta durante o caminho.
Ouvir e praticar a palavra
A mensagem estabeleceu uma ligação com o ensinamento de Jesus no sermão do monte. Não basta ouvir a palavra; é necessário praticá-la.
A casa edificada sobre a rocha:
“Aquele que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.”
Referência: Mateus 7:24-25
O homem prudente não apenas tomou conhecimento da palavra, mas construiu sua vida sobre ela. Por isso, quando vieram as dificuldades, sua casa permaneceu firme.
Da mesma forma, aquele que deseja continuar de pé deve ouvir e praticar aquilo que o Espírito Santo está dizendo.
Uma palavra para quem vive angustiado e com medo
Durante a mensagem, chegaram diversos pedidos de oração de pessoas que estavam enfrentando medo, angústia, tristeza, pressão e falta de esperança.
A situação dessas pessoas foi comparada à experiência de Ezequiel. Ele estava distante de sua morada e cercado por muitos outros cativos que viviam a mesma condição.
A palavra de Deus, porém, possui poder para alcançar e curar muitas pessoas ao mesmo tempo. Se alguém estava ouvindo aquela mensagem, deveria entender que Deus havia preparado aquele momento para chamá-lo a se colocar de pé.
Esse levantar não se referia apenas ao corpo. Tratava-se da posição interior diante das circunstâncias.
A mensagem confrontou o ouvinte com uma pergunta: diante de que ele se curvaria? Cairia por causa de uma notícia ruim? Permaneceria prostrado pelas palavras de alguém? Seria vencido pelas circunstâncias?
O ensino foi que o servo deve se curvar diante de Deus, reconhecendo que somente ele pode todas as coisas. Colocar-se de pé significa buscar o Senhor, confiar nele e não permitir que a adversidade determine o fim da caminhada.
Quem fala é a palavra viva e verdadeira
A declaração “falarei contigo” foi aplicada de forma pessoal aos ouvintes. A autoridade da mensagem não estava nos homens que a transmitiam, mas na palavra viva e verdadeira de Deus.
Era o próprio Senhor quem possuía poder para levantar o abatido. Essa verdade foi relacionada à cura do homem que permanecia à porta do templo pedindo esmolas.
Levanta-te e anda:
“Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho, isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.”
Referência: Atos 3:6
Pedro e João não ofereceram apenas uma ajuda momentânea. Em nome de Jesus, anunciaram uma palavra que mudou a condição daquele homem e o colocou de pé.
A aplicação foi direta: o Senhor continua dizendo ao abatido que confie, porque ele pode levantá-lo.
Levantar-se é uma ordem, não uma sugestão
A expressão não foi apresentada como uma possibilidade opcional. Deus não disse a Ezequiel que se levantasse somente se tivesse vontade ou se sentisse suficientemente forte.
A ordem foi: “Levanta-te.”
O Espírito Santo é quem fornece a capacidade, mas o homem precisa apresentar uma postura de prontidão, ouvindo e colocando em prática aquilo que Deus está falando.
Essa ordem aparece em diversos momentos das Escrituras. Foi lembrada a experiência de Elias, quando o profeta se encontrava desanimado e abatido.
O chamado dirigido a Elias:
“Levanta-te e come, porque muito comprido te será o caminho.”
Referência: 1 Reis 19:7
Elias precisava se levantar, alimentar-se e continuar a jornada. Mesmo depois de comer e descansar, a ordem foi repetida. Deus insistiu porque o caminho do profeta ainda não havia terminado.
Assim também acontece com pessoas que, diante de grandes problemas, começam a declarar que jamais conseguirão vencer. Pensam que a luta é maior do que sua capacidade e que não possuem condições para prosseguir.
A resposta apresentada foi que a capacitação não vem da força pessoal. É o Espírito Santo quem habilita.
A prontidão da vontade
Foi utilizada uma orientação dada por Paulo aos coríntios para mostrar o valor de um coração disposto.
O valor da prontidão:
“Se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem.”
Referência: 2 Coríntios 8:12
O Senhor não exige do homem aquilo que ele não possui. Deus procura um coração que diga:
“Senhor, eu tenho pouco, mas desejo continuar. Ajuda-me a permanecer de pé nesta batalha. Não quero parar, não quero ficar estagnado, não quero permanecer prostrado.”
Diante dessa prontidão, o Espírito Santo recebe aquilo que o homem possui e lhe concede capacidade para caminhar, vencer e permanecer firme mesmo em meio às adversidades.
A decepção com este mundo e o livramento de Deus
Durante o programa, foi relatada a situação de um homem que havia sido assaltado. Ele estava triste não apenas pela perda material, mas também decepcionado com a condição do mundo.
A mensagem reconheceu que uma experiência como essa machuca, causa medo e produz frustração. Os dias são trabalhosos, e muitas vezes é mais fácil citar os textos bíblicos do que vivê-los diante de uma situação dolorosa.
Entretanto, a pessoa foi orientada a não permanecer vencida pela decepção. Este mundo possui violência, roubo, destruição e muitas injustiças, mas Jesus veio para oferecer vida.
A obra de Cristo:
“O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância.”
Referência: João 10:10
A perda material era dolorosa, mas havia também um livramento a ser reconhecido. O homem estava vivo e ao lado de sua família. Por isso, deveria glorificar a Deus pela preservação de sua vida.
Essa orientação não diminuía a dor nem ignorava o trauma. A mensagem reconheceu que as batalhas são reais. Contudo, ensinou que a realidade da luta não anula a presença e o cuidado de Deus.
O Espírito Santo sustentou Ezequiel no exílio
Ezequiel era sacerdote, mas estava impossibilitado de servir no templo da maneira que esperava. Ele se encontrava no exílio e precisava anunciar uma mensagem difícil a um povo que alimentava expectativas diferentes.
O que o fez permanecer não foi sua superioridade em relação aos demais. Ezequiel também era filho do homem, frágil e limitado.
O que o sustentou foi a presença do Espírito Santo.
Essa verdade foi aplicada aos ouvintes. Todos possuem fraquezas. As circunstâncias deste mundo podem produzir tristeza, medo e angústia. Porém, o Espírito Santo se faz presente e pode ser derramado sobre aquele que reconhece sua necessidade.
A oração apresentada era simples e sincera:
“Senhor, ajuda-me. Eu também sou filho do homem. Sou frágil, mas preciso que o teu Espírito me coloque de pé.”
O Deus que cuidou de Ezequiel continua cuidando de seu povo. A situação pode mudar, a forma da luta pode ser diferente, mas o poder e a presença do Senhor permanecem.
Da fragilidade humana para a vida como filho de Deus
Foi acrescentado que o homem é chamado de filho do homem por causa de sua condição humana. Contudo, quando recebe o Espírito e vive a obra de Deus, passa a experimentar a vida que vem do Deus vivo.
Nada pode impedir a obra do Senhor quando há um coração disposto a ouvir seu chamado.
O chamado alcançando quem havia caído
Próximo ao encerramento, foi compartilhada a mensagem de uma pessoa que havia exercido uma função na igreja, mas havia caído e se afastado. Ela se sentia como alguém exilado, vivendo distante daquilo que experimentara anteriormente.
Naquela manhã, porém, essa pessoa estava ouvindo a palavra e clamando ao Pai. Reconhecia que precisava de socorro e desejava receber graça para voltar a realizar a obra de Deus no lugar onde estava.
Essa atitude já demonstrava um novo posicionamento. Ao reconhecer sua condição, pedir ajuda e voltar a ouvir o chamado do Senhor, ela começava a se colocar de pé.
A mensagem afirmou que, a partir desse posicionamento, o Espírito Santo realizaria a obra. O Senhor não estava concentrado apenas no que havia acontecido no passado, mas chamava aquela pessoa para uma nova postura dali em diante.
Deus desejava restaurar o relacionamento, sustentar e voltar a usar aquele que havia se afastado.
O Senhor é a força e a alegria de seu povo
A palavra concluiu mostrando que o Senhor é a força daqueles que permanecem de pé. Se os servos continuam firmes, é porque diariamente Deus segura suas mãos e os sustenta.
As lutas são intensas e os embates aparecem todos os dias. A mensagem não afirmou que viver a prova é fácil. Pelo contrário, reconheceu que existem situações profundamente dolorosas.
Entretanto, o Senhor é maior do que qualquer prova. Deus não perde batalhas e continua chamando seus servos para que não sejam abatidos pelas adversidades.
A pergunta dirigida a todos:
“Haveria coisa alguma difícil ao Senhor?”
Referência: Gênesis 18:14
A resposta apresentada foi que nada é difícil para Deus. Ele é o Deus dos impossíveis.
O poder para aquele que crê:
“Tudo é possível ao que crê.”
Referência: Marcos 9:23
A palavra chamou cada pessoa a crer naquele que estava falando ao seu coração.
Você não está sozinho
Muitas mensagens continuavam chegando de pessoas tristes, frustradas, angustiadas e enfrentando grandes batalhas. Diante dessas necessidades, a palavra final foi de consolo.
O Senhor é a alegria de seu povo. A presença dele permite que a Igreja diga à pessoa abatida: “Você não está sozinho.”
O Espírito Santo é o Consolador e permanece ao lado daquele que sofre. A Igreja também permanece unida como um só corpo e um só Espírito.
A unidade espiritual da Igreja:
“Há um só corpo e um só Espírito.”
Referência: Efésios 4:4
A mensagem mostrou que uma pessoa poderia estar fisicamente distante e espiritualmente afastada, mas, ao ouvir novamente a voz de Deus, poderia se aproximar e receber um novo começo.
O chamado feito a Ezequiel continua alcançando todo aquele que se encontra caído, desanimado ou sem esperança:
“Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo.”
O homem é frágil, mas o Espírito Santo o levanta. A luta é grande, mas Deus é maior. A jornada pode ser longa, mas o Senhor oferece alimento. O mundo pode produzir decepções, mas Cristo concede vida. O passado pode conter quedas, mas Deus chama para uma nova postura.
Quem ouve a voz do Senhor, abre o coração e se dispõe a obedecer pode ser colocado novamente de pé. O Espírito Santo continua sustentando, consolando, capacitando e conduzindo seu povo até o cumprimento de sua missão.
CULTO DA MADRUGADA
De segunda a sábado, às 06h, ao vivo pela Rádio Maanaim
Horário e transmissão
Horário: 06h
Canal: Rádio Maanaim
Pastores participantes
- Jonas Pelissari
- Forland Almeida
- Oscar Oliveira
- Anderson Matias
“E disse-me: Filho do homem, põe-te em pé, e falarei contigo. Então entrou em mim o Espírito, quando falava comigo, e me pôs em pé, e ouvi o que me falava.”
WhatsApp da Rádio Maanaim
(27) 98171-0048


