Fala jovem, a paz do Senhor Jesus! Estamos começando mais uma edição do programa Os Dias da Minha Mocidade, nosso encontro semanal, esse momento agradabilíssimo que nós temos, onde nós tratamos de temas tanto de origem espiritual, de ordem às vezes até doutrinária, como também temas que dizem respeito ao cotidiano, ao dia a dia dos jovens, ao comportamento, aquilo que é necessário para nós, tanto do ponto de vista da realização da obra como também da vida profissional, da vida pessoal, da constituição do lar, enfim.
É esse encontro que tem uma linguagem e um formato para você, jovem que nos acompanha. E eu sempre faço questão de lembrar: jovem de todas as idades, tá certo? Já agora no início, para você que nos assiste pelo canal da Igreja Cristã Maranata no YouTube, eu convido você a curtir, comentar e compartilhar, o triplo C que a gente fala, tá? Para a gente poder potencializar esse conteúdo, dar uma relevância dentro da plataforma.
Você que está nos assistindo pela TV Manaim, canal 126 do sistema da Embratel, você que está nos assistindo também na TV Manaim pelo canal 85 da SKY Livre ou por algum outro meio do nosso sistema multiplataformas, se desejar, claro, pode abrir lá no YouTube e dar a sua curtida, fazer o seu comentário. Faz o seguinte: fala de onde que você está assistindo o programa de hoje. Vai lá nos comentários, coloca essa informação, isso ajuda a potencializar esse conteúdo.
E agora a gente vê as pessoas, nós temos um grupo grande aqui que estamos no estúdio para o programa de hoje. Eu vou começar cumprimentando o pastor Douglas Spander, que tá do meu lado aqui. Pastor Douglas, a paz do Senhor, seja bem-vindo.
A paz do Senhor, Josias! A paz do Senhor a todos os jovens, aos jovens que nos acompanham. Uma alegria estarmos juntos aqui.
Muito bem. Agora a gente vai saber... Quem vai dizer é a Nínive. Nínive, a paz do Senhor Jesus! Qual é o tema do programa de hoje? Fala aí.
Paz do Senhor, Pastor Josias, Pastor Douglas, os jovens que estão aqui conosco e você também que nos assiste. O tema do programa de hoje, Pastor Josias, é: Deus permite sofrimentos?
Um tema muito propício para esse ano de 2025, tem tudo a ver com o nosso lema, né?
Uhum.
É um tema profundo, né? É um tema forte. Que bom que a gente vai poder abordar alguns assuntos em relação a esse tema.
E os nossos jovens convidados hoje? Hoje aqui nós temos convidados, Pastor Josias, jovens das igrejas em Cariacica e também em Vila Velha, mas aí eu vou deixar que eles vão se apresentar quando forem chamados, né? Trouxeram muitas perguntas.
Toca o barco!
Bom, então vamos começar aqui. A Ana vai fazer a primeira pergunta.
A paz do Senhor! Me chamo Ana, sou da Igreja de Cariacica, do Vale dos Reis, do ministério do Pastor Adair, e a minha pergunta é: o sofrimento é da vontade de Deus ou são consequências do pecado, do nosso pecado e da queda da humanidade?
Bom, o sofrimento é inevitável. É algo que nós não temos como fugir. E a pergunta da Ana é bem propícia, porque qual é a origem desse sofrimento? Por que nós sofremos? Por que nós passamos pelas adversidades?
Nós podemos dizer que a origem de tudo foi lá no Éden, quando Deus criou o homem para viver eternamente, todas as coisas no jardim, para que ele fosse feliz. Deus não criou o homem para ser infeliz, Deus criou o homem para ser eterno. Porém, como nós sabemos, o homem falha, ele desobedece à palavra de Deus, e isso traz uma consequência. A consequência é que a mulher, a partir daquele instante, Eva, com dor daria à luz a filhos. Adão, com sofrimento, com o suor do rosto dele, comeria o seu pão para sempre, até voltarem ao pó.
A terra passa a dar os abrolhos, os espinhos, e a vida começa a se tornar difícil. O projeto inicial de Deus era o Éden, mas o homem fez uma escolha. Então, Ana, nós podemos dizer que esse sofrimento, que faz parte da vida do homem, é consequência do pecado. Porque quando o homem peca, ele perde a comunhão com Deus. Ele estava revestido daquela comunhão, da glória do Senhor, e eles descobrem que estavam nus. E uma vítima morre no lugar deles. Ou seja, a morte entra, e a partir daquele instante ele perde aquela comunhão com Deus.
Então, nós podemos dizer que o sofrimento, essa herança de Adão, essa herança do pecado original, entrou na nossa vida por esse fato. E por isso que eu digo, né, Josias? É inevitável. Isso faz parte da nossa história.
Porém, não só por isso. Por ter sido uma escolha, um resultado do pecado, Deus não vai ficar imóvel acerca disso. Ainda que o sofrimento seja uma consequência da escolha do homem, Deus é um Deus misericordioso, é um Deus longânimo. Ele é um Deus que pega o sofrimento—ou seja, o homem errou, ele falhou, ele vai sofrer—mas Deus faz disso um instrumento, um meio para trazer o homem para perto.
Um texto muito interessante diz assim: "Todas as coisas cooperam ou concorrem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus." Ou seja, nós vamos, hoje aqui nessa conversa, entrar um pouco nesse assunto, que é um assunto muito profundo, como o Pastor Josias disse, e entender um pouco como Deus usa esse sofrimento para trazer o homem para perto em vários momentos da nossa vida.
Então, o sofrimento... Ninguém gosta de sofrer, né, Josias? Eu não gosto, ninguém gosta de passar pelas provas. Mas, nisso tudo, quais são os ensinos? Acho que a gente vai poder falar bem sobre isso aqui.
É interessante, Douglas e os demais, que em nenhum momento a palavra de Deus diz que, ao vivermos uma experiência de comunhão com o Senhor Jesus, na direção do Espírito Santo, nós estaremos imunes a essas lutas.
Exatamente.
No mundo tereis aflições. É uma afirmação do Senhor Jesus. No mundo tereis aflições. A diferença é que aquele que está em Cristo tem essa operação de Jesus com ele, para enfrentar as aflições. Ele não enfrenta as aflições sozinho. Ele não enfrenta os momentos difíceis, de dor, de sofrimento, sem a mão do Senhor, sem a presença do Senhor Jesus, sem o consolo, sem a fortaleza que Ele nos traz para enfrentar esse sofrimento.
E trazendo aqui para um aspecto, que recentemente foi abordado na Escola Bíblica Dominical, por exemplo, o período de Esmirna. Quer dizer, foi uma igreja, não foi uma pessoa só, foi uma igreja que foi jogada nas arenas, aos leões, às fogueiras, às cruzes. Quer dizer, passaram pelo sofrimento, mas não passaram sozinhas, a ponto de naquele momento de extrema dor, de extrema angústia, eles cantarem louvores ao Senhor. Então, isso você só consegue viver se você tem a operação do Senhor na sua vida, né? Então, essa... a gente já abre esse leque no sentido de entender claramente isso, né? No mundo tereis aflições, teremos. Ponto. Afirmação de Jesus, né? Mas tem de bom: “Eu venci o mundo”, a resposta de Jesus. Amém, Ana.
Muito bem, Nin. Vamos continuar. Vamos, Pastor Douglas. Só me lembrei de um texto aqui quando o senhor falou que todas as coisas contribuem para o bem, né? Em Gênesis também 50:20, falando aqui de José, diz assim: "Vós bem intentastes mal contra mim, porém Deus o tornou em bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar em vida a um povo grande." Então, quer dizer, o Senhor torna o mal em bem na vida do servo, né?
Antes de passar para a próxima pergunta, só aproveitando, hoje eu tô meio faladeiro, né? Igual o Pastor J. Deti disse outro dia: "Eu tô impossível hoje." Essa experiência, porque encaixa com essa nossa perspectiva do tema de hoje, José é lançado na cova. Estava ali na cova, naquele momento, ele poderia questionar a promessa, mas Senhor, né? E os sonhos que eu tive, e aquilo que o Senhor me prometeu que iria acontecer comigo, né? Por que que eu tô nessa situação? Daqui a pouco ele é ido como escravo, né? Há um aspecto interessante que é que a cova salvou a vida dele. "Vamos matar." "Não, não vamos matar, não. Tem uma cova aqui, vamos jogar na cova." Então, às vezes, nós estamos na cova, mas... Senhor, o Senhor não prometeu a vitória? Senhor, não mostrou, não há dons, não há profecias maravilhosas da vitória? Por que que eu tô na cova? Por que que a situação piorou aparentemente para mim, né? Primeiro, isso aí você já pode glorificar porque foi um livramento do Senhor. O Senhor tá te livrando de outra coisa. Depois, porque se não fosse a cova, não se cumpriria aquilo que o Senhor mostrou. Então, os momentos difíceis na nossa vida, até neles, nós podemos glorificar ao Senhor. E eu costumo dizer, tem um louvor que nós cantamos que fala sobre: “Se Deus prometeu, vai se cumprir." Amém, Senhor prometeu, você já pode glorificar. A partir da promessa, você vai louvando o Senhor. Esse é o viés, né? O olhar desse programa é sobre o justo que passa pela prova. Isso, muito bom.
Então, é o nosso olhar. Tudo o que vamos dizer aqui é sobre essa perspectiva. Nós não estamos falando do ímpio, nós estamos falando daquele que tem o Senhor com ele. Então, muda muito quando você passa pelas adversidades, né? Muito bem, segue, Nin.
Pronto. Temos outro jovem que vai fazer uma pergunta agora, é o Caio.
Isso. A paz do Senhor. Meu nome é Caio, eu sou da Igreja de Vos Reis, em Cariacica, do Ministério do Pastor Adair. E a minha pergunta é: Se Deus é bom, por que Ele permite que alguns ímpios prosperem enquanto servos do Senhor sofrem? Como entender isso, considerando a justiça de Deus?
Essa pergunta é boa, hein, Josias? Porque acho que isso é um sentimento que visita não só o coração do jovem, mas de todos os servos. Essa é uma pergunta que nós podemos fazer alguns apontamentos. Tem um salmo, que é o Salmo 73, é o salmo de Asafe. E lembrando dos programas anteriores, eu acho que Asafe era melancólico. Ele se pegava em muitos pensamentos, né? Ele, em outro salmo, ele fica meditando e acha que Deus não é mais o mesmo, que Deus se esqueceu das promessas. Ele se pega acordado à noite, enfim. E agora, no Salmo 73, é isso mesmo, Nin? É isso mesmo, Pastor? Ele tá ali? Tá com a Bíblia? Isso, tá conferindo? E até tá fazendo igual os crentes de Bereia, né? Examinando.
Eu convido os jovens que estão conosco a abrirem o Salmo 73. Por quê? Porque a pergunta do Caio encaixa muito com esse salmo. Asafe era alguém de vida espiritual integrada nas atividades. E aí, ele se pega olhando para a prosperidade dos ímpios. Ele fala assim: "Deus é bom para Israel." Aí ele fala assim: "Quanto a mim, os meus pés quase vacilaram porque eu tive inveja dos ímpios." Então, por um momento, ele era crente, né? Vamos dizer assim. Ele olhou para a prosperidade dos ímpios e os pés dele quase vacilaram. Então, eu acho que essa resposta, Josias, e jovens, ela tem dois aspectos. Vamos olhar a questão do salmo, que é muito didático. Asafe estava olhando uma parte da vida dos ímpios. É possível que Asafe estivesse contemplando alguma coisa que ele não tinha. Então, ele olhou a prosperidade dos ímpios, ou seja, ele é genérico, ele não fala o que era. Então, ele olhou alguma coisa que o ímpio tinha, talvez o que ele não tinha, e ele teve inveja. Ele quis ter o que eles tinham. E ali, ele quase sai da presença do Senhor. Porém, ele olha aquilo que era temporal, passageiro, ou seja, uma prosperidade dessa vida, que é boa, Josias. O erro aqui não estava na prosperidade. É bom prosperar. Nós devemos lutar por isso. O detalhe é o seguinte: ele contemplou, ele comparou aquilo que era temporal. E aí, tem uma fala de Asafe que eu acho que faz parte, às vezes, do momento do jovem, ou até do adulto. Ele fala assim: "Em vão eu me santifiquei, em vão eu servi ao Senhor." Em outras palavras, ou seja, ao contemplar a prosperidade dos ímpios, os pés dele quase vacilaram e ele colocou em questão a sua vida espiritual. Não vale a pena eu me santificar. Não vale a pena ser jovem. Vale a pena eu olhar aqui no Instagram no domingo de manhã e os meus amigos estarem de Jet Ski na praia e eu na EBD? Vale a pena? E aí, o que o Senhor faz? Ele vê, Josias, você vai avançando no salmo, e aí ele entra no templo. E aí o Senhor dá um entendimento maravilhoso. Ele, quando entra no templo, ele fala assim: "O Senhor me fez ver o final dos dias deles." E aí ele entende: "Não, aquilo que eu tenho é muito melhor. Aquilo que eu tenho é uma bênção." E, às vezes, nós fazemos algumas comparações. Então, quando você olha essa questão de Deus ser bom porque Ele permite às vezes o ímpio prosperar e o servo de Deus passar por aflições, a questão não é essa. Porque o sofrimento vem sobre todos. Quando você contempla a vida daquele que não serve ao Senhor, você pode ter uma falsa impressão de que a vida dele é melhor que a sua. Mas você olhou uma janelinha. Mas e as provas que eles passam, que não têm o consolo que o Pastor Josias colocou aqui? Aquele que não serve a Deus, quando ele passa pelas aflições, ele não tem o consolo do Espírito Santo. Vocês já foram em um velório de uma família que não serve ao Senhor? Uma angústia, um desespero, uma falta de resposta. Aí você vai num culto de passamento, da obra de um servo de Deus. Que consolo, que alegria! Os irmãos glorificando o Senhor.
Então, quando nós falamos na prosperidade do ímpio e no sofrimento do justo, é importante nós olharmos de uma maneira... Isso a gente aprende, né, Pastor Josias? E vamos amadurecendo, e vamos percebendo que todos passam por aflições. E Deus não deixa de ser bom quando o ímpio prospera porque ele estudou, ele se deu bem, ele se esforçou, tem o mérito. A questão final da pergunta fala assim: Segundo a justiça de Deus, Deus é justo. Uhum. Então, Deus vai abençoar o esforço das pessoas também. Deus é justo. A diferença é que a prosperidade do ímpio é somente nessa vida, e a prosperidade do servo ela pode ser nessa vida, mas a vida eterna. Não é a bênção do Senhor que enriquece, Ele não acrescenta dores. "Ajuntai tesouros aonde? No céu." No céu pode ajuntar. Nessa terra pode trabalhar, estudar, ser próspero, não há mal nisso. Mas sabendo que a nossa prosperidade principal é a eternidade. Glória a Jesus.
Um detalhe a partir do gancho que você deu, Douglas: a gente só vê o jardim do vizinho, a gente não vê o que tá lá dentro da casa. O jardim tá aí, é o que é colocado do lado de fora, o que é exposto para todo mundo ver. E você usou um elemento que hoje é muito valorizado pelos jovens e faz parte muito do dia a dia deles: as redes sociais. Então, aquilo que a gente tá vendo na vitrine esconde, seguramente, o sofrimento que tá por trás. A gente só tá vendo o jardim, tá? Isso vale não só para o social, no que diz respeito a esse aspecto que o Douglas colocou aqui, mas vale para nós no dia a dia, né? Para qualquer um. O que tá ali, as pessoas colocam ali para que todo mundo pense que a vida delas é maravilhosa, que a vida delas é aquilo, né? E não é, né? E não há, na maioria das vezes, atenção nisso. Não é porque tornou-se uma cultura, mas nós temos que ter muito cuidado, né? De olhar aquilo ali, isso, repito, do ponto de vista emocional até, né? Olhar para aquilo ali e pensar: "Que bom, tá tudo certo, que coisa boa, que momento feliz que a pessoa eventualmente tá passando." Tá tudo certo, mas o que Deus tem nos dado é maravilhoso. A experiência que temos com o Senhor, ela é muito melhor, né?
O jovem, ele não enxerga, ele não consegue enxergar por uma questão natural. O fim dos dias... o jovem é jovem, é isso mesmo. Quando a gente vai ficando mais velho, começa a se preocupar com isso, né? Mas, ah, uma coisa eu posso garantir: quando nós servimos ao Senhor, os anos passam e, quando olhamos para trás, como é o meu caso. TG é jovem ainda, mas é... né, muito jovem, muito jovem, né, Douglas? Mas é o meu caso, por exemplo. Eu glorifico o Senhor porque vejo o caminho por onde o Senhor me conduziu, glória a Deus, né? Então, fiquei rico? Não, isso seguramente não, mas me sinto feliz e realizado do ponto de vista humano, profissional, familiar, né? Ou seja, o jardim tá bonito, tá bonito, mas dentro de casa também tá bom. Tá uma festa, tá uma bênção, tem paz, tem alegria, comunhão. Essa é a experiência que a gente tem para passar para vocês, jovens. E, Josias, acho que esse é um tema maravilhoso, né? O que é prosperidade? É muito relativo, né? E para nós, servos de Deus, você ser próspero, posso dizer assim, você chegar num culto e ouvir a voz do Senhor, isso é maravilhoso! É você ter uma herança eterna, isso é prosperidade. Não tem dinheiro que compre isso, não! Isso é maravilhoso! Então, quando você olha para trás, eu ouvi uma vez uma professora falando com um adolescente. Eu não estava pastor nessa época, mas achei interessante. O adolescente estava naquela fase de se definir e ele falou: "Olha, vai chegar o dia em que seus amigos, que não são da igreja, lá na frente, na juventude, na fase adulta, vão chegar no culto com a vida precisando de uma bênção e você vai assisti-los." Então, assim, eu não sei se o Pastor Josias tem essa experiência, eu tenho essa experiência. Lá atrás, nós fizemos a escolha de servir ao Senhor, os anos se passaram e hoje nós somos procurados por esses amigos que estão precisando de uma bênção e nós temos essa herança para transmitir para eles. Isso é maravilhoso, isso é maravilhoso. Eu me lembro uma vez que meu filho... eu já acho que já contei aqui, mas meu filho... nós fomos a um aniversário e a casa era linda, maravilhosa, né, riquíssima. Meu garoto tava com a gente, ainda pequeno. Ele olhou e falou: "Papai, a gente podia ter uma casa dessa?" Aí me deixou no aperto. Eu falei: "Preocupa não, filho, lá no céu tem uma mansão celestial, tá preparada na casa de meu pai, há muitas moradas." Muito bem. A gente tem a participação dos jovens aqui no estúdio, mas a gente também tem jovens que participam conosco e que mandam na forma de vídeo. E nós temos um vídeo aqui que foi enviado por uma querida irmã, Ester Nicole Ribeiro. Ela é de São Paulo, capital, da Igreja de Santana, e ela fala sobre uma experiência que teve com o Senhor. Nós vamos ouvir agora o que a nossa querida Ester tem a falar.
Fala, jovem! Paz do Senhor, irmãos.**
Meu nome é Ester, sou de São Paulo, e vim aqui contribuir com o tema **"Por que Deus permite o sofrimento?"**.
De 13 para 14 anos, enfrentei uma batalha contra um câncer bem agressivo de ovário e tive um tratamento muito rigoroso. Mas lembro com muito carinho da visita de um pastor que levou a palavra de Romanos 8:28, que diz que as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.
O pastor falou: "Hoje sua carne pode estar doendo, mas saiba que servimos a um Deus bom, que faz bem para nossa alma, e isso contribui para nossa salvação." Guardei essa palavra, irmãos, e como o pastor disse, o Senhor contribuiu para o bem da minha alma.
Foi um período de muitas experiências com o Senhor, muitas experiências com anjos, milagres, mudanças de situações. E o Senhor não fez bem só para minha alma. No hospital onde fazia o tratamento, que era infantil, o grupo de louvor começou a ir lá uma vez por semana para cantar para as crianças.
Escolhemos muitas experiências disso: crianças que sonhavam com os louvores, pais e familiares afastados retornaram para a presença do Senhor, pessoas conheceram a obra do Senhor. Foi um período de sofrimento, mas a mão do Senhor esteve conosco. O que nos resta é glorificar e agradecer a Deus, que é bom o tempo todo. Paz do Senhor. Amém.
**Muito obrigado, Ester, por sua participação.**
Um grande abraço para os irmãos aí de São Paulo. E, Douglas, ela compartilha uma experiência de operação divina na vida dela. Ela, apesar de jovem, enfrentou uma doença grave, mostrando que o jovem também pode passar por dificuldades. Um abraço para Esté, uma irmã valente na obra! O jovem também enfrenta as aflições, mas com o Senhor e o Espírito Santo, ele suporta, e é um mistério que só quem tem o Espírito Santo pode entender.
**Agora, temos uma participação de uma jovem. Fala, Joyce!**
Meu nome é Joyce, sou da Igreja de Novo Horizonte, em Cariacica, e a minha pergunta é: Como podemos identificar se o sofrimento é consequência de uma má escolha ou uma aprovação que o Senhor nos dá?
A palavra de Deus diz que o homem espiritual discernirá todas as coisas. Então, se estamos em comunhão com Deus, temos condições de discernir a situação. Vou dar alguns exemplos para ilustrar.
**Primeiro exemplo: Sansão.**
O sofrimento de Sansão foi consequência de uma escolha ruim, certo? Ele se envolveu com Dalila e, como resultado, perdeu sua força e foi preso.
O jovem passa por muitos momentos de escolhas difíceis: carreira, casamento, investimentos, decisões importantes para a vida. A palavra de Deus nos ensina a consultar ao Senhor, para não tomarmos decisões equivocadas.
**Outro exemplo: Paulo e Silas.**
Eles seguiram a direção de Deus e foram para a Macedônia. Mesmo sendo presos, o sofrimento deles levou à salvação de muitas pessoas, como o carcereiro e sua família.
Às vezes, podemos não compreender a situação, mas precisamos ter fé e esperar no Senhor. Se o sofrimento é por uma escolha errada, precisamos nos arrepender. Se é uma permissão do Senhor, devemos esperar pacientemente.
**Quando passamos por um sofrimento por uma má escolha, devemos nos arrepender diante de Deus.**
Quando o sofrimento é uma permissão divina, o segredo é permanecer em comunhão com Deus e confiar no processo.
**Pastor Adriano compartilha um versículo de Gálatas 6:17, onde Paulo fala sobre as marcas que carrega no corpo, que são as marcas do Senhor Jesus.**
Ele também nos lembra da importância de termos a marca do Espírito Santo, que traz paz e segurança.
**Pastor Douglas, Pastor Josias, e toda a equipe, com a ajuda de Raísa, Kina, Tailon e Rafael, tornam esse programa possível.**
Agradecemos pelas orações dos irmãos.
**Encerramos mais uma edição do programa "Os Dias da Minha Mocidade".**
Lembre-se de curtir, comentar, compartilhar, e interagir conosco. E continue espalhando o programa para jovens de outras igrejas. Até a próxima semana, se Deus quiser! Paz do Senhor.
Pastores: Josias Junior e Alexandre Spanghero