Eu quero saudar a todos os nossos irmãos, aqueles que nos assistem pela Embratel, no canal 126 da TV aberta, ou pelo canal 85 da Sky, ou mesmo pelas nossas plataformas no YouTube. Nossos irmãos da Igreja Cristã Maranata e irmãos de outras igrejas. Até citei no programa anterior que alguns irmãos da Assembleia de Deus assistem aos nossos programas. Sejam muito bem-vindos, que Deus abençoe a todos vocês.
Nós vamos continuar hoje falando sobre o culto, o grupo de assistência dentro da igreja e os nossos cultos: culto profético e EBD. Novamente aqui com o pastor Gedair e o pastor Ricardo.
Vamos, neste programa de hoje, falar para os irmãos qual a experiência e qual a importância do grupo de assistência e das duas frentes que ele atua dentro da igreja. O grupo de assistência tem muitas atribuições, como o cuidado com as irmãs grávidas, com as crianças, com aqueles que estão doentes ou internados. Tudo isso faz parte do trabalho assistencial. Mas há também duas frentes espirituais fundamentais: a evangelização e a doutrina.
Nós falamos da vez passada e o pastor Gedair destacou algo muito interessante no último Manaim. Nos dois últimos, na verdade. Ele mencionou que, no Trombetas e Festas, já estávamos tendo visitantes antes mesmo do evento. Já estávamos convidando e as pessoas estavam indo de verdade.
Vou contar um caso interessante. Assumi uma igreja e chamei os diáconos, dizendo: "Vamos colocar em ordem, primeiro, os grupos de assistência, pois quero duas coisas desse grupo." Reuni os diáconos em Castanheiras e disse: "Quero trabalhar com vocês duas frentes: culto profético e EBD."
Duas ou três semanas depois, comecei a orientar o grupo. Na primeira reunião deles, entrei para assistir. Eles fizeram o clamor e, em seguida, iniciaram um momento de oração para buscar dons. Eu interrompi e disse: "Está errado. Essa reunião não é para buscar dons, embora possa acontecer. Essa reunião foi revelada pelo Senhor para tratar dos dons que a igreja recebeu ao longo do dia, porque orou pelo culto."
O culto profético é aquele culto que o Senhor programou na eternidade. A igreja precisa alcançar esse culto, pois é corpo de Cristo. Para que a igreja não fique sobrecarregada, foi dividida em grupos de assistência, e cada grupo tem um dia para orar pelo culto profético. O culto começa na noite anterior, e esse grupo tem a responsabilidade de passar o dia todo em oração. Isso não significa que outros irmãos não possam participar, claro que podem, mas há essa organização.
Na semana seguinte, tudo começou a funcionar. Os dons começaram a ser revelados nas casas. Às vezes, havia um dom na hora do culto complementando outro que veio antes. Uma revelação completava um dom que havia sido entregue de forma parcial. Assim deveria ser.
Certa vez, um novo convertido entrou no grupo de assistência e sentou-se. Eu não sabia se ele era novo convertido ou não. Deixá-lo ali era a melhor opção, pois mandá-lo embora poderia ser desagradável. Durante a reunião, uma irmã teve um dom: "Eu vi um homem vindo para a igreja hoje. No elevador de seu prédio, ele sentiu um incômodo porque estava usando um cordão com um objeto. Ele tirou e colocou no bolso antes de entrar na igreja."
Orientei a irmã para não especificar que era um crucifixo, para não constranger ninguém. Mas, de repente, o homem na frente disse: "Não precisa se preocupar, pastor. Sou eu mesmo." Ele tirou o objeto do bolso e confirmou que havia sentido um incômodo no elevador.
Esse homem se converteu rapidamente. Pouco tempo depois, foi batizado. Ele se tornou um crente assíduo, sem perder cultos. Isso mostra a importância do culto profético na evangelização.
Amadeu, é importante lembrar o que o Senhor revelou sobre o grupo de assistência e o culto profético. Deus mostrou há alguns anos que o grande diferencial desta obra seria o Espírito de Deus atuando por meio dos dons espirituais.
Os dons espirituais não se sobrepõem uns aos outros. O Senhor tem curado muitas pessoas, mas nós não pregamos apenas isso. O diferencial são os dons espirituais conforme a palavra, e as pessoas que entram na igreja se identificam com eles.
Na semana preparatória para o Trombetas e Festas, a igreja estava em oração. Madrugamos, jejuamos e oramos 24 horas. No culto de domingo, um obreiro me avisou: "Tem uma jovem ali no último banco. Ela entrou chorando muito."
Fui até ela, perguntei o nome e o que estava acontecendo. Ela estava com os olhos vermelhos de tanto chorar. Disse a ela: "Fique em paz, porque o Senhor vai te dar uma bênção nesta noite."
Antes do culto, uma irmã, que não pôde estar presente, enviou um dom espiritual pelo WhatsApp: "Uma pessoa do sexo feminino esteve hoje em um quarto escuro, chorando muito e pedindo socorro." Consultamos ao Senhor e confirmamos que era um dom dEle.
Quando entregamos o dom no culto, a jovem começou a chorar ainda mais. Fui até ela e perguntei: "Você se identificou com algum dom espiritual?" Ela respondeu: "Sim, fui eu. Eu estava trancada em um quarto escuro, chorando e pedindo socorro."
Oramos por ela. Ela decidiu se batizar e, no dia 21 de dezembro, foi batizada.
Isso mostra como Deus opera. Ontem, algo semelhante aconteceu. Alguém recebeu um dom: "Um homem passou em frente à igreja fora do horário do culto, muito angustiado. Olhou para o templo e disse: 'Preciso de socorro'."
No culto, essa pessoa estava presente e testemunhou: "Eu sou esse homem. Passei aqui e senti que precisava de socorro."
Estamos vivendo um momento de um evangelho social, com igrejas promovendo eventos e entretenimento. Mas o nosso foco é a alma do homem. Não é a emoção, a eloquência ou a animação que transformam, mas sim a operação do Espírito Santo.
O diferencial do nosso culto é que ele é profético. Lutamos pelo que é profético e marcante para as pessoas.
Além disso, há um dom para evangelização, mas o culto profético também edifica a igreja local. Certa vez, o Senhor mostrou que uma irmã receberia um livramento de morte. Intensificamos as orações por ela. Naquela semana, ela teve um infarto e perdeu os sinais vitais. Os socorristas tentaram reanimá-la e, no mesmo momento, oramos por ela. O Senhor a trouxe de volta à vida.
A EBD também é essencial. Vivemos um tempo de abandono à Palavra. O ensino bíblico é ridicularizado. Mas a EBD é o retorno à Palavra.
Um irmão certa vez disse: "Não gosto de satélite." Perguntei: "Você assiste futebol? Olimpíadas? Jornais?" Ele disse que sim. Então eu respondi: "Tudo isso é transmitido por satélite. A questão não é o satélite, mas o conteúdo."
Porque eu não gosto de satélite, não gosto de satélite. Eu perguntei a ele assim:
— Você assiste jogo de futebol?
Eu sabia que ele assiste.
— É, eu assisto.
— Não, você assiste? Eu sei. Viu as Olimpíadas e tal?
— Pois é, jogo de futebol que você assiste é satélite, Olimpíada é satélite. Eu não sei o que acontece, é satélite. Você vê o Jornal Nacional? É satélite. Você vê tudo? É satélite.
— Rapaz, o que você tá falando é sobre o conteúdo. Qual o conteúdo que se tem hoje de Bíblia igual ao nosso?
— Exatamente, não tem.
— Então, o que acontece? O Espírito Santo... nós estamos... o Espírito Santo tá formando uma mentalidade, principalmente no meio dos jovens. E é por isso que a nossa luta para os jovens na EBD, para as nossas crianças...
Criança hoje entra no YouTube, entra na internet e faz com tudo, rapaz. Então, esse trabalho é um trabalho... nós vamos ter o resultado disso para frente.
— Por quê? Das gerações. Porque se Jesus não voltar, as gerações que virão... Isso é um trabalho extraordinário! É por isso que nós, pastores, e os irmãos que estão assistindo, temos que estar bem atentos a essas duas frentes dentro da igreja.
— Primeiro, culto profético, porque nosso culto é da eternidade, é profético.
— E EBD, porque é uma doutrina que o mundo não tem. O mundo de hoje não tem. É a volta àquilo que é a doutrina da Primeira Igreja.
— Isso mesmo!
— Exatamente!
— Exatamente!
— E aquilo que você acabou de falar, eu me lembrei de uma palavra que, muitos anos atrás, nossa irmã Sara falou nas aulas de criança que ela dava.
— O pastor Dod... Quanto àquilo que Israel fazia com as crianças, que o Senhor mandou fazer, era trazer a palavra do Senhor para que a criança crescesse entendendo aquela palavra.
— A frase famosa do Dod... Dod tinha umas coisas interessantes, né? Dod tinha uns dizeres. Ele tinha umas coisas só dele.
— E ele disse uma coisa que ninguém nunca disse. Porque tem certas frases que o camarada diz e, às vezes, eu guardo.
— Uhum.
— Ele disse o seguinte: "A criança..." Todo mundo fala isso: "A criança é a igreja de amanhã, do futuro e tal."
— E Dod dizia o seguinte: "Não, a criança não é a igreja de amanhã. A criança é a igreja de hoje!"
— Hoje!
— Veja, é uma verdade incontestável!
— A criança hoje tem dons, a criança hoje... maravilhoso!
— Aquele dom, aquela experiência que o Luiz Eugênio contou lá no seminário... Você viu "Unidos em Família"?
— Você viu aquela experiência, rapaz?
— Vou contar para você, se você não ouviu. O pastor Luiz Eugênio contou a experiência de uma criança de 5 anos.
— A empresa que o pai trabalhava fez uma demissão em massa.
— O pai chegou em casa e contou para os filhos: "Olha, a gente vai passar por essa luta. Provavelmente, papai vai ser demitido e tal, não sei o quê..."
— O menino, de 5 anos, teve uma revelação!
— 5 anos!
— "Pai, o Senhor me revelou! O Senhor me apareceu essa noite e falou comigo o seguinte: 'Diga ao seu pai que ele não vai ser demitido, ele vai ser reaproveitado.'"
— Glória a Jesus!
— Aí o pai falou: "Você foi demitido?"
— "Eu fui demitido, meu filho!"
— "Não, mas você não vai ser demitido."
— "Não, mas eu já fui demitido!"
— "Não! O Senhor me revelou que você vai ser reaproveitado!"
— No outro dia, o chefe dele falou assim: "Olha, você foi readmitido, eu quero você sendo usado em outra área."
— Entendeu? E o pai ficou maravilhado com a revelação do menino de 5 anos!
— Olha só! Esse menino de 5 anos hoje é pastor!
— Que coisa gloriosa!
— Pastor nosso hoje!
— Maravilha! Então, essa experiência de um pastor nosso, que teve essa revelação quando ele era criança de 5 anos... Então, veja!
— Naquela oportunidade, ele era igreja. Ele não é igreja agora, ele era com 5 anos. Participava das coisas!
— Não é igreja não, mas hoje ele é um ministério. Quer dizer, ele guarda isso. Quer dizer, a experiência da família... coisa maravilhosa!
— Rapaz, eu iria abordar justamente esse assunto!
— Quando o senhor falou da irmã Sara, do pastor Dod, eu me lembro do saudoso pastor também, Irmão Oswaldo Rodrigues.
— Que foi praticamente o meu pai na fé! Porque eu andava com ele naquele F-147zinho dele.
— Primeiro grupo de louvor das crianças! Então, eu tive a oportunidade de participar!
— Então, assim, nós também somos frutos justamente desse trabalho. Não da igreja do amanhã, mas da igreja do hoje!
— Que participava, que participa! As nossas crianças participam efetivamente e têm experiências maravilhosas com o Senhor!
— E é por isso, Jed, que... Olha só! Vamos voltar aqui ao grupo de assistência!
— O trabalho dentro dos grupos de assistência com as crianças... veja só!
— Principalmente na EBD! Insistir com os pais!
— Entendeu? Essa experiência desse garotinho de 5 anos que hoje é pastor... A obra tem 56 anos de idade!
— Poxa!
— Entendeu? Então, tá claro que tem tempo para isso, né?
— Então, veja só! A experiência dessa criança, que hoje é pastor... Que coisa notável! Que coisa maravilhosa!
— Interessante notarmos que as crianças são grandes evangelistas!
— Claro!
— Então, também dentro do grupo de assistência, o responsável pelo grupo deve observar isso.
— Ele pode gerar grandes experiências das crianças!
— Olha, nós estamos encerrando mais esse período nosso aqui de grupo de assistência...
— O trabalho do culto profético é esse trabalho dentro das nossas igrejas...
— Fechando esse mês de janeiro com esse nosso trabalho aqui!
— Agradecer ao pastor Ricardo J...
— Eu que agradeço a oportunidade, pastor Jedir!
— Também! A todos!
— A paz do Senhor, irmãos!
— Amém! Até a próxima!
Pastores: Amadeu, Gedair e Ricardo